Deposta por militares, líder do Myanmar pode pegar 15 anos de prisão

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Aung San Suu Kyi, líder legítima do Myanmar, foi indiciada, nesta quinta-feira (10), pelo crime de corrupção.

A informação foi divulgada pela junta militar que governa o país desde o golpe de Estado de fevereiro.

Os militares golpistas alegam que a líder civil “usou seu cargo” para benefício próprio, com o recebimento de “US$ 600 mil em dinheiro e 11 quilos de ouro“. 

Caso seja condenada, a líder birmanesa pode pegar até 15 anos de detenção.

Suu Kyi está em prisão domiciliar desde o dia 1º de fevereiro ao lado do presidente do país, Win Myint

Ambos foram depostos pelos militares no dia que os parlamentares eleitos em dezembro tomariam posse no Parlamento. A alegação da junta é de que houve “fraudes” nas eleições.