Braiscompany terá que provar que não é uma pirâmide financeira

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A empresa Braiscompany entrou na Justiça contra a Suno Research, acusando a casa de análise de calúnia, injúria e difamação.

O motivo? O fundador da Suno, Tiago Reis, afirmou que a Braiscompany era uma pirâmide financeira, alertando para as promessas de ganhos com aluguel de bitcoins de 10% a 15% ao mês.

Na Justiça, a empresa conseguiu uma liminar determinando que a Suno retirasse do ar os links em que se fazia tal acusação.

No entanto, segundo a revista Veja, a Braiscompany tomou uma invertida na Justiça.

O juiz de 1ª instância onde tramita o processo, em São Paulo, aceitou um pedido feito pela Suno para que a Braiscompany prove que não é uma pirâmide financeira e que apresente que tem lastro das transações que fez para os clientes. 

A Suno pediu que a companhia junte todas as notas de corretagem realizadas nos últimos 12 meses, devidamente registradas via blockchain. 

Em sua argumentação na Justiça, a Suno alertou que, ao prometer ganhos de 15% ao mês, em poucos anos o investidor teria o suficiente para comprar o PIB dos Estados Unidos.

A Braiscompany tentou derrubar a decisão, alegando se tratar de um processo de violação de imagem e não sobre a atividade da empresa.

Mas, até agora, segundo a revista Veja, os advogados da empresa não obtiveram sucesso.